Ato no Rio tem o confronto entre os servidores e PM

Ato no Rio tem confronto entre servidores e PM
Ato no Rio tem confronto entre servidores e PM

Yasuyoshi Chiba/AFP

Mulher coloca como escudo na frente dos soldados da Tropa de Choque no ato em frente a Alerj: PM usou bombas de gás contra os manifestantes

O protesto, que reuniu milhares de servidores no Estado do Rio de Janeiro contra o pacote de medidas de austeridade apresentado pelo governo, em discussão na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), teve um confronto entre dois grupos de manifestantes, recuperado de uma grade, e a repressão policial com bombas de moral e de gás lacrimogêneo na quarta-feira. A lei obrigou os comerciantes das ruas próximas de fechar as portas, com medo de depredação ou invasão.
A tropa de choque da PM usou dezenas de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os manifestantes que se dispersaram no primeiro instante, mas voltou a se reagrupar. Alguns mostrou as feridas em suas pernas, que teria sido causado por tiros de borracha. Uma boa parte das pessoas que protestaram nas ruas era formado por policiais militares, que criticou os colegas no serviço. Eles disseram que a luta era para eles e que eles se encontrariam no dia seguinte, no quartel, o que deixou a polícia em estado de Choque, visivelmente envergonhado. Dois deles decidiram juntar os manifestantes.
A situação era tensa, no início da tarde, quando um grupo de manifestantes forçaram a entrada no edifício, Alerj, e derrubou um dos guarda-corpos instalados em todo o perímetro, apenas a tempo para evitar invasões.
Os policiais dispararam várias bombas, e seguiu pela Rua da Assembléia, sendo assediado pelos manifestantes, que vaiavam, xingavam e atiraram objetos contra os soldados, que responderam com mais bombas de gás. O cheiro de gás lacrimogêneo tem vindo a ser sentida no plenário da Alerj, onde os membros começaram a votação do projeto do governo do estado, que visa reequilibrar as contas públicas e prevê mudanças em termos de emprego, salário e aposentadoria de servidores.
A Alerj considerar duas das 21 medidas anunciadas pelo governo do rio de janeiro – o corte de 30% dos salários do governador, vice-governador, secretários e sub-secretários de estado, e a redução do limite para o pagamento de dívidas de pequeno valor no estado. A votação estava prevista para acontecer na noite de quarta, mas não foi terminado até o fechamento desta edição. Dezenas de policiais da Força Nacional foram convocados para emergencialmente para garantir a segurança. Na semana passada, a assembleia passou a ser depredada em um protesto.
Nesta quarta, para evitar invasões, os próprios servidores têm organizado um cordão de isolamento antes de barras.
Pezão
O governador Luiz Fernando Pezão, disse que a violência não vai trazer benefícios para o debate sobre a crise financeira do estado e pediu que os manifestantes para tirar ideias, e não a violência, a Alerj. “Essas pessoas que estão indo para lá com a violência, para trazer novas ideias para o Parlamento europeu, para as pessoas a resolver a crise, que não é no Rio de Janeiro, é a crise no Brasil”, disse o governador. Pezão defendeu as medidas de ajuste, dizendo que o objetivo é dar previsibilidade para a folha de pagamento do estado, que, segundo ele, ainda não está garantido para os próximos dois anos. De acordo com o governador, só há dinheiro para pagar 10 meses de salário dos servidores ativos e inativos, nos próximos dois anos.

 

Escrito por: Agência Brasil

 

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